domingo, 9 de noviembre de 2008

G-20 EN SAO PAULO CRISIS FINANCIERA NOV/2008


São Paulo - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros da Fazenda e presidentes dos bancos centrais das maiores economias do mundo participam da reunião do G20. Eles discutem ações para enfrentar a crise financeira internacional
São Paulo - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje (8), na reunião do G20, diante de representantes de economias desenvolvidas e emergentes, o redesenho do sistema financeiro internacional, com maior participação dos países emergentes nas instâncias decisórias multilaterais.“É hora de um pacto entre governos para a criação de uma nova arquitetura financeira mundial, capaz de promover segurança e desenvolvimento em bases eqüitativas para todos.”O apelo foi feito a ministros da área econômica, presidentes de bancos centrais de outros 18 países e da União Européia e aos dirigentes do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Ontem (7), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia adiantado que o tema estaria em discussão na abertura do encontro.Para o presidente, os países emergentes, responsáveis por 75% do crescimento mundial, têm direito de participar de igual para igual nesse processo.A mesma demanda foi apresentada por Lula em praticamente todas as cúpulas multilaterais das quais o Brasil participa. Ele pediu mais voz para os países emergentes e em desenvolvimento nas instâncias decisórias multilaterais, como o FMI e o G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo (Estados Unidos, Canadá, Japão, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália).“Temos de trazer para a esfera pública decisões antes tomadas por supostos especialistas, mas que só serviam a interesses privados. É amplamente reconhecido que o G7 sozinho não tem mais condições de conduzir os assuntos econômicos do mundo. A contribuição dos países emergentes é também essencial”, ressaltou.“As instituições financeiras globais devem se adequar à nova realidade econômica. Devem abrir-se à maior participação dos países emergentes e em desenvolvimento.”Lula também destacou a importância da boa governança nos mercados domésticos no processo de redefinição do sistema financeiro internacional. Neste sentido, ele defendeu o aperfeiçoamento de mecanismos de regulação, supervisão, governança corporativa e de avaliação de riscos. “Nestas atividades, o Estado deve buscar o equilíbrio entre a eficiência dos mercados financeiros, a estabilidade de todos os mercados e a promoção do desenvolvimento econômico”, aconselhou.O presidente disse, ainda, que são necessárias ações preventivas para evitar novas crises financeiras. “As políticas nacionais e as instituições financeiras internacionais devem incorporar o sentido de prevenção de crises financeiras em suas políticas e mecanismos de supervisão e acompanhamento dos mercados.”Até amanhã (9), os ministros de área econômica e os presidentes dos bancos centrais do G20 analisarão as causas da atual crise financeira, as medidas adotadas até agora e as ações necessárias para minimizar impactos e evitar crises futuras.Eles criarão grupos de trabalho para tentar consolidar propostas que serão discutidas na primeira reunião de chefes de Estado do grupo, no próximo dia 15, em Washington.Participarão desta reunião os oito países do G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia), África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México, Turquia e União Européia. Juntos, os países-membro representam cerca de 90% do produto nacional bruto mundial, 80% do comércio internacional e cerca de dois terços da população do planeta.

lunes, 27 de octubre de 2008

EVALUACION DE LA CRISIS FINANCIERA

O que Fazer Nesta Crise? (Por Stephen Kanitz) Toda crise tem sete fases: Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica, é tudo boato. Fase 2. Sim, temos um problema, mas tudo está sob controle. Fase 3. O problema é grave, mas medidas corretivas já foram tomadas. Fase 4. O problema é muito grave, mas as medidas emergenciais surtirão efeito. Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder. Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados. Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes. Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos à Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar "que esta crise é igual ou pior que a de 1929", como vários já falaram, ou escrever no jornal "as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil", como já foi publicado, e gerar pânico por aqui. Não, a crise ainda não chegou ao Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco, mas não o seu emprego. Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses. Se tivessem líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses. Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando sua poupança e prevendo o pior. Ninguém sabe quem serão os 25% de desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras evitando a espiral recessiva. Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929 como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os bancos, o que aconteceu agora na Europa. A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o que vier especialmente se for notícia ruim. Nenhum banco comercial irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram, mas ninguém percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929, está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco. Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais faria. Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas porque não venderam na "alta". Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas felizmente foi uma lei que "não pegou". Problema a menos. Só temos bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de investimentos americanos. O Brasil não está alavancado. Nossos créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando problemas. Nosso Banco Central adotou o que venho alertando há anos a países e famílias - a política de ter reservas para os dias de crise e hoje temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir furos de caixa. Temos um sistema financeiro dos mais modernos e rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90. Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro banco numa crise destas. Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas

sábado, 18 de octubre de 2008

BONOS SOBERANOS

Los Bonos Soberanos son instrumentos de Deuda Pública Nacional emitidos por la República Bolivariana de Venezuela. que otorgan a su poseedor el derecho de percibir los intereses o una renta fija en divisas, así como el reembolso de capital, también en divisas. Estos instrumentos pueden ser negociados tanto en el mercado interno, en moneda nacional, como en el mercado internacional, en divisas.
4.95 Compra.
5.30 Venta
Relación Euro- 7.08
Relación Peso C. - 0.51
La relación de negociación de los bonos soberanos traspaso la barrera sicológica de los cinco, al subir hoy Bs. 0,19. La caída de las tasas de interés en el mundo debería hacer subir nuestros bonos bajando la relación de negociación. Sin embargo, no esta ocurriendo por la subida del riesgo país. Las calificadoras de riesgo evalúan negativamente la prepotencia venezolana de considerar que no seremos afectados por la crisis. El riesgo país, medido por JPMORGAN se acerco a los 1.300 pb.
--------------------------

Mercado permuta cierra en máximo de 8 meses
El mercado permuta cierra la jornada mostrando un incremento de 0,15 bolívares con respecto al precio de cierre del día miércoles. El dólar no se cotizaba en estos niveles desde el 12 de Febrero de 2008. Los bonos venezolanos continuaban su comportamiento errático, mientras el Global 27, que se cotizó el 26 de septiembre de este año a 80,7% de su valor, al cierre había descendido hasta 59,7%. Los bonos de Pdvsa, han recibido un castigo similar. El título que vence en 2027 se cotiza a 36,5% de su valor, mientras que el que expira en 2017 se cotiza a 43,6%. Los Boden 15 argentinos, comprados por Venezuela a 65% de su valor dos meses atrás hoy se cotizan a 45.

domingo, 12 de octubre de 2008

La Ironia del Capitalismo - El Hueco de los14 Trillones

Ahora que se ha realizado la Reunión del G-7 y del Grupo de los 20, para tratar de la Crisis Financiera Mundial, todavía no se sabe el tamaño del desastre e todavía no he leído en la prensa internacional ni a Econometristas, ni a Macroeconomistas, ni a los premios noveles comentar la dimensión del Hueco e las cadenas exponenciales de los efectos del nuevo Crack de las Bolsas, así como el efecto domino en las cadenas desde los grandes bancos, financieras aseguradoras, hasta las empresas industriales , agrícolas e comercializadoras, servicios , consumidores e usuarios de prestamos.
Aparentemente , después de la caída de las Torres Gemelas, después del fatídico 11 de setiembre de 2004, pareciera que todos los flujos de capital e financieros estaban siendo monitoreados a una velocidad de luz e a todas las regiones del mapa terrático.
Hoy con la globalizacion e los métodos avanzados para detectar delitos financieros contra la banca, el monitoreo de los flujos financieros contra el trafico de drogas e contra los terroristas, es inacreditable no haberse detectado los delitos de Cuello Blanco de la Banca contra el usuario y los blufs de ofertas de paquetes financieros hipotecarios maquillados y engañosos de los operadores financieros.

CRISE FINANCIERA- UN HUECO DE 14 TRILLONES

CRISE FINANCEIRA - O BURACO DOS 14 TRILHOES DE US$
A crise financeira é uma consequencia de uma serie de desvarios especulativos dos Centros Financeiros Mundiais,das Bolsas de Ações das empresas privadas e publicas, da Banca e Instituções Financeiras; das Companhias com balanços maquilhados pelos operadores e engenheiros financeiros ;da Banca Hipotecaria sem metodos de controle e infartados numa correia globalizante; de traders especuladores no mercado a futuro das Comodities e de papeis financeiros sem valor real de produção ou de valia, das compras e vendas futuras e na Movimentação dos Fluxos de Capitais Internacionais etc.A situação é muito mais complicada e complexa, que ja se vinha percebendo ha mais de quinze anos e agora recentemente, pelas distorçoes dos preços das açoes de muitas empresas que nao corresponde a uma economia real. As crises financeiras perifericas da Asia , Russia, Mexico , Argentina e Brasil mostraram a vulnerabilidade dos movimentos capitais, assim como a atual crise energetica e alimentaria , é o resultado de especulações mais seria que a simples lei de oferta e procura dos produtos e serviços.. A expansao da Banca Internacional com portafolios de carteiras artificiais entrou neste momento em terapia intensiva sem sabermos exatamente o diagnostico real e a dimensao da emfermidade .
Publicado por Econ.Fernando Portela en 18:32 0 comentarios

domingo, 29 de junio de 2008

PAGAMENTOS EN REALES

CAMEX - RESOLUÇÃO Nº 12, DE 25 DE ABRIL DE 2007.

O CONSELHO DE MINISTROS DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR, conforme o deliberado em reunião do dia 25 de abril de 2007, com fundamento no § 1º do art. 1º e no art. 3º do Decreto nº 4.732, de 10 de junho de 2003, RESOLVE:
Art. 1º As exportações brasileiras de bens e de serviços podem ser realizadas mediante recebimento em Reais.
Art. 2º O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o Ministério da Fazenda poderão editar normas necessárias ao cumprimento desta Resolução, conforme as respectivas áreas de atuação.
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
MIGUEL JORGE - Presidente do Conselho de Ministros da CAMEX
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR
SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR

PORTARIA Nº 7, DE 3 DE MAIO DE 2007 (publicada no D.O.U. de 07/05/2007) O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no exercício de suas atribuições, com fundamento no art. 14 do Anexo I ao Decreto nº 5.532, de 6 de setembro de 2005, resolve:
Art. 1º Incluir o § 3º no artigo 10 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“§ 3º Em se tratando de mercadoria ingressada em entreposto aduaneiro na importação, o licenciamento será efetuado posteriormente ao embarque na mercadoria no exterior e anteriormente ao despacho para consumo, observado o Tratamento Administrativo do Siscomex.”.
Art. 2º Incluir o § 4º no artigo 162 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“§ 4º Poderão ser emitidos RE[1], para pagamento em moeda nacional, por qualquer empresa, independente de destino e/ou produto, observado o disposto nesta Portaria.”
Art. 3º Revogar os artigos 224 e 225 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006.
Art 4º Revogar o item I do Anexo A da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, relativo à cota tarifária de sardinha.
Art. 5º Incluir o item XIX no Anexo Q da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“XIX – Outras situações a critério do DECEX.”Art 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação

miércoles, 25 de junio de 2008

Disponibilidad de Reais Brasil

Oferta de Reais en Brasil . Entrar en contacto con Fpmillenium. Possibilidad de inversiones y compensaciones