domingo, 25 de enero de 2009

DOLAR / BOLIVAR

Dolar ESTRUCTURAL Cotización, dolar compra 5,50 , dolar venda 5,60
Euro Paralelo 7,19 , Bolivar Peso 0,45
Diferencial Cambiario ,160

CAMBIO REAL/DOLAR - 23 ENERO 2009

Câmbio REAL/DOLAR
23.jan.2009
COMPRA/VENDA/VARIACAO
Dólar comercial (R$) 2,337 ; 2,339 ; Variação 0,13 %
Dólar turismo (R$) 2,210 ; 2,500 ; Variação 0,00 %
Dólar paralelo (R$) 2,300 ; 2,500 ; Variação 0,00 %
Euro (R$) 3,022 3,024 ; Variação 0,06 %
Libra (R$) 3,213 3,216

domingo, 28 de diciembre de 2008

BRASIL Y LA CRISIS FINANCIERA

Lições da “Grande Contração” 16/12/2008 (V.E)Artigo – Yoshiaki Nakano , MILTON FRIEDMAM & A. SCHWARTZ
LA CRISIS FINANCIERA MUNDIAL
Sem dúvida nenhuma, a obra de Milton Friedman & Anna J. Schwartz, "A Monetary History of the United States, 1868-1960" (1963), é um clássico da economia por sua impressionante erudição e desenvolvimento da história em seu detalhe empírico. Concorde ou não com sua tese, é uma das grandes obras onde se utiliza a história para estabelecer relações de causa e efeito em economia. No momento em que vivemos uma crise financeira, em que há concordância de que é a maior e a mais profunda e também que está iniciando o que todos entendem que será a mais prolongada e profunda recessão desde a grande crise de 1930, pelo menos duas lições podem ser tiradas desta grande obra.
No seu Capítulo 7, Friedman & Schwartz reinterpretam "A Grande Contração de 1929-33" e apresentam evidências de que o Federal Reserve (Fed, a autoridade monetária dos EUA) falhou na sua ação como banco central, ou seja, como emprestador em última instância durante a crise financeira. Isso provocou uma contração na oferta de moeda, no início do segundo trimestre de 1929, que foi responsável pela contração na demanda agregada, no nível de produção, no emprego e pela quebra da bolsa em outubro de 1929. Este aperto na política monetária ocorreu na fase de contração do ciclo econômico, os preços dos bens e serviços estavam declinando e não havia sinais de inflação. A lição que fica, mesmo que não se concorde que a única causa da Grande Contração tenha sido a política monetária, é que o aperto monetário lançou a economia numa direção desestabilizadora, provocando o grande horror e tragédia que foi a quebra da bolsa em 1929, e a crise e o pânico bancários seguidos da depressão econômica dos anos 30. Alguns analistas observaram posteriormente que, em 1929, o produto ainda crescia e que este poderia ter sido um argumento para o aperto monetário.
O paralelo com o que estamos vivendo neste momento no Brasil, e a decisão do Banco Central do Brasil na semana passada, em manter a taxa de juros Selic em 13,75% ao ano, é inevitável. Não há justificativas objetivas para a decisão tomada pelo Banco Central quando todo o resto do mundo está reduzindo as taxas de juros, o que equivale, portanto, a uma elevação relativa.
Hoje, não há nenhuma dúvida de que o pico da atividade econômica no Brasil já foi atingido em outubro último e de que estamos em plena e forte desaceleração do nível de atividade com a queda de demanda, particularmente no setor de bens de consumo durável como o de automóveis. O próprio Banco Central, ao reduzir as taxas de depósito compulsório e criar diversas linhas de crédito para socorrer o setor exportador, está reconhecendo que houve uma forte contração no crédito, com a paralização do interbancário e corte generalizado de crédito do exterior e que, quando há oferta de fundos disponíveis, as empresas estão pagando taxas de juros muito mais elevadas no mercado.
Se pairava alguma dúvida, a divulgação dos últimos índices de preços mostram o óbvio. Apesar da maxidepreciação do real desde setembro, o Índice de Preço no Atacado em novembro apresentou uma deflação de - 0,17% e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo uma variação positiva de 0,36%, recuando em relação ao mês anterior. Nada diferente poderia ser esperado num contexto de forte contração no crédito, na demanda agregada e queda, ainda mais violenta, nos preços das commodities, particularmente quando já sabíamos que a aceleração da inflação neste ano era essencialmente causada pelo preço das commodities. Segundo o índice de preço de commodities da revista The Economist, nos últimos 12 meses, o dos alimentos teve queda de -21,8% e das commodities industriais, -47,4 %; e, no último mês, -11,0% e -25,1%, respectivamente. Será que não estamos cometendo o mesmo erro do FED na Grande Contração, apontado por Friedman e Schwartz?
A segunda lição que podemos aprender com a análise minuciosa feita por Friedman e Schwartz refere-se à questão da credibilidade do Banco Central. Um grande numero de analistas atribui a decisão do Banco Central de manter a taxa Selic à defesa de sua reputação e credibilidade. Neste momento, o Banco Central deveria mostrar a sua independência em relação às pressões reafirmando a sua reputação de "conservador", segundo esses analistas. Assim, entendem que uma redução na taxa de juros, neste momento, mesmo com evidências empíricas indicando que a política monetária deveria ser afrouxada, seria uma demonstração de fraqueza e perderia credibilidade. Atitude similar tomada pelo Fed na Grande Contração sob o argumento de estar combatendo a especulação que resultou na grande tragédia.
Friedman e Schwartz mostram como o Fed perdeu a reputação construída nos anos 20 por conta daquele erro: "O colapso do sistema bancário durante a contração minou a fé no poder do Sistema de Reserva Federal que tinha sido desenvolvido nos anos 20... Um resultado destas mudanças foi que o Sistema de Reserva foi levado a adotar um papel totalmente passivo, adaptando-se aos acontecimentos na medida em que eles ocorriam, em vez de servir como um centro independente de controle...." (página 12).
Ainda segundo os autores, foi o Tesouro, e não o Sistema de Reserva, que assumiu e executou decisões de política monetária condizentes com um centro independente de controle. Peter Bernstein, que escreve a introdução da reedição do Capítulo 7, relata que o Fed teria se transformado em pouco mais de uma caixa de compensação bancária em 1941, quando foi trabalhar lá. O mesmo autor relata que o descrédito do Fed era tal que em 1942 participou da elaboração de um relatório que sugeria que ele deveria ser incorporado ao Tesouro, com uma seção. Será que o Banco Central do Brasil não está cometendo o mesmo erro do Fed na Grande Contração, minando a sua própria credibilidade?
Yoshiaki Nakano , ex-secretário da Fazenda do governo Mário Covas (SP), professor e diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas - FGV/EESP.

sábado, 22 de noviembre de 2008

DOLAR/ REAL

Dólar sobe mais de 2,5% e vale R$ 2,45
Valor Online21/11/2008 10:25
SÃO PAULO - Depois do feriado de ontem, que manteve as principais praças de negociação fechadas, os investidores voltam com apetite por dólar. Apesar do cenário externo mais ameno de hoje, as compras são acentuadas, puxando a divisa para patamares de preço não observado em mais de 2 anos.
Por volta das 10h20, o dólar comercial era negociado a R$ 2,448 na compra e R$ 2,450 na venda, valorização de 2,51%. Na máxima, a divisa já testou R$ 2,465.
No mercado futuro, os contratos de dezembro negociados na BM & F registravam ganho de 2,80%, para a R$ 2,456.
(Valor Online)

domingo, 16 de noviembre de 2008

DOLAR ESTRUTURAL- VENEZUELA

viernes 14 de noviembre de 2008
El dolar paralelo cierra la semana estable en 5,00 bolívares para la compra y 5,20 bolívares para la venta.Los mínimos de la jornada se situaron en 4,95 bolívares para la compra y 5,15 bolívares para la venta.Los bonos venezolanos se recuperaban con el bono global 2027 ofertandose a 63,25 sobre los 57,50 del cierre del dia jueves. El bono con vencimiento en 2034, se ofertaba en 45,25.12, Se desconoce la cantidad de bonos ecuatorianos que se encuentran en la cartera del Fonden.El euro paralelo se cotizaba alrededor de los 6,60 bolívares.El diferencial cambiario se mantiene en 142%.
Asamblea Nacional aprobó hoy un crédito adicional por 843 millones de bolívares (392 millones de dólares) para pagar servicio de deuda pública de este año, y no para recomprar pasivos, dijo una fuente del Ministerio de Finanzas.El diputado Ricardo Sanguino había asegurado previamente que el gobierno se disponía a recomprar 644 millones de bolívares en deuda interna y 199 millones en compromisos externos, pero la fuente aseguró que lo que se había solicitado era un crédito para pagar el servicio y no para recomprar.Varios medios de comunicación locales se hicieron eco de la información a tempranas horas de la tarde afirmando que el plan de recompra de deuda externa sería por un monto cercano a los 93 millones de dólares.El dia jueves 06 de noviembre, fuentes ligadas a nuestros colaboradores confirmaron que el gobierno había decidido paralizar la operación de recompra, así como nuevas compras de bonos de la deuda argentina y ecuatoriana, hasta el próximo año.Los bonos venezolanos cayeron nuevamente por segunda jornada consecutiva.
Dolar paralelo abre al alza, bonos vuelven a caer
El dolar paralelo abre la jornada de este jueves al alza en 5,00 bolívares para la compra y 5,20 bolívares para la venta, mostrando un incremento de 0,10 bolívares con respecto al precio de cierre del dia miercoles.Los bonos venezolanos volvían a caer hoy por segundo dia, luego de haber recuperado parte del terreno perdido en las ultimas semanas.El bono global con vencimiento en el 2027, se mantenía presionado al caer 2,25 puntos porcentuales para ofertarse a 58, mientras el bono de mayor plazo, con vencimiento en el 2034, se ofertaba al momento de enviar este reporte en 46,50 desde los 48 en que se ofertaba el dia miercoles.El euro paralelo se cotiza esta mañana alrededor de los 6,48 bolívares.El diferencial cambiario se ubica en 142%.

US$/REAL BRASIL -14 Noviembre 2008

->Atuação do BC ajuda a derrubar cotação do dólar para R$ 2,27 Stênio Ribeiro Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Banco Central fez mais um leilão de swap cambial hoje (14) e conseguiu colocar no mercado os 14 mil contratos ofertados, com vencimento em 2 de fevereiro do ano que vem, no valor de US$ 688,7 milhões.
Por essa modalidade, os contratos trocam o rendimento em juros pela oscilação do dólar. Assim, se a moeda norte-americana subir mais que os juros, o mercado ganha, e se os juros forem maiores que o dólar, quem ganha é o BC.
A grande procura do mercado pelos contratos de swap cambial e a aparente calmaria no mercado financeiro mundial amenizaram a tendência de alta verificada na cotação do dólar durante toda a semana.
Com a atuação do BC, o ataque especulativo contra o real deu trégua nesta sexta-feira e a cotação do dólar encerrou o dia a R$ 2,27, com queda de 4,13% em relação à véspera. Mesmo assim, a moeda norte-americana acumulou alta de 5,1% na semana.
Até a semana anterior, o dólar apresentou declínio, principalmente devido às más notícias de quebradeira de grandes empresas dos Estados Unidos, desemprego no grupo dos sete países mais ricos do mundo (mais conhecido como G-7) e de “depressão econômica” em alguns deles.
A notícia negativa mais forte de hoje foi a constatação de que os 17 países da zona do euro estão em recessão técnica, termo usado para crescimento negativo em dois trimestres consecutivos. Com três trimestres é recessão.

domingo, 9 de noviembre de 2008

G-20 EN SAO PAULO CRISIS FINANCIERA NOV/2008


São Paulo - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros da Fazenda e presidentes dos bancos centrais das maiores economias do mundo participam da reunião do G20. Eles discutem ações para enfrentar a crise financeira internacional
São Paulo - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje (8), na reunião do G20, diante de representantes de economias desenvolvidas e emergentes, o redesenho do sistema financeiro internacional, com maior participação dos países emergentes nas instâncias decisórias multilaterais.“É hora de um pacto entre governos para a criação de uma nova arquitetura financeira mundial, capaz de promover segurança e desenvolvimento em bases eqüitativas para todos.”O apelo foi feito a ministros da área econômica, presidentes de bancos centrais de outros 18 países e da União Européia e aos dirigentes do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Ontem (7), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia adiantado que o tema estaria em discussão na abertura do encontro.Para o presidente, os países emergentes, responsáveis por 75% do crescimento mundial, têm direito de participar de igual para igual nesse processo.A mesma demanda foi apresentada por Lula em praticamente todas as cúpulas multilaterais das quais o Brasil participa. Ele pediu mais voz para os países emergentes e em desenvolvimento nas instâncias decisórias multilaterais, como o FMI e o G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo (Estados Unidos, Canadá, Japão, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália).“Temos de trazer para a esfera pública decisões antes tomadas por supostos especialistas, mas que só serviam a interesses privados. É amplamente reconhecido que o G7 sozinho não tem mais condições de conduzir os assuntos econômicos do mundo. A contribuição dos países emergentes é também essencial”, ressaltou.“As instituições financeiras globais devem se adequar à nova realidade econômica. Devem abrir-se à maior participação dos países emergentes e em desenvolvimento.”Lula também destacou a importância da boa governança nos mercados domésticos no processo de redefinição do sistema financeiro internacional. Neste sentido, ele defendeu o aperfeiçoamento de mecanismos de regulação, supervisão, governança corporativa e de avaliação de riscos. “Nestas atividades, o Estado deve buscar o equilíbrio entre a eficiência dos mercados financeiros, a estabilidade de todos os mercados e a promoção do desenvolvimento econômico”, aconselhou.O presidente disse, ainda, que são necessárias ações preventivas para evitar novas crises financeiras. “As políticas nacionais e as instituições financeiras internacionais devem incorporar o sentido de prevenção de crises financeiras em suas políticas e mecanismos de supervisão e acompanhamento dos mercados.”Até amanhã (9), os ministros de área econômica e os presidentes dos bancos centrais do G20 analisarão as causas da atual crise financeira, as medidas adotadas até agora e as ações necessárias para minimizar impactos e evitar crises futuras.Eles criarão grupos de trabalho para tentar consolidar propostas que serão discutidas na primeira reunião de chefes de Estado do grupo, no próximo dia 15, em Washington.Participarão desta reunião os oito países do G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia), África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México, Turquia e União Européia. Juntos, os países-membro representam cerca de 90% do produto nacional bruto mundial, 80% do comércio internacional e cerca de dois terços da população do planeta.