miércoles, 1 de abril de 2009

DOLAR PERMUTA Y EL CASO ROSEMONT FINANCE

Más de una veintena de casas de bolsa, sociedades de corretaje y firmas financieras siguen sin operar en el mercado internacional de bonos de la deuda venezolana, que se utiliza para realizar transacciones con el denominado dólar permuta. Autoridades de Estados Unidos congelaron las cuentas de estas compañías (ver lista), por mantener vínculos con la firma estadounidense Rosemont Finance Corporation, que se encuentra bajo investigación de la DEA.
La lista de empresas con cuentas congeladas en Estados Unidos incluye al menos a cinco casas de bolsa, nueve sociedades de corretaje y un número aún indefinido de empresas financieras que negocian títulos de deuda venezolana. Debido a que la DEA congeló las operaciones de Rosemont y detuvieron a uno de sus directivos ­el venezolano Rama Vyasulu­ durante una operación contra el blanqueo de dinero, antes de levantar el bloqueo se procederá a verificar el origen, destino y naturaleza de los fondos de cada una de las compañías que mantienen subcuentas con Rosemont.
La operación de la DEA congeló una cifra "considerablemente superior a 200 millones de dólares", según informó uno de los abogados de Rosemont en Miami, Michael Díaz, citado por la agencia Reuters.
La situación mantiene el mercado alternativo del dólar funcionado a baja capacidad.
Sin embargo, fuentes de la Bolsa de Valores de Caracas informaron que en la institución tienen puesto 63 casas de bolsa y una amplia mayoría de ellas no mantienen vínculo alguno con Rosemont ni sus cuentas han sido afectadas por la investigación de la DEA.
Pdvsa, casa de bolsa. Entre los operadores cambiarios y economistas predomina el criterio que el caso de Rosemont puso al descubierto cómo en el mercado de permuta Petróleos de Venezuela interviene como un agente más, gracias a una porción de las divisas que obtiene por sus exportaciones y que no vende al BCV.
"Pdvsa, además de todas las funciones que le ha exigido el Gobierno no vinculadas a la actividad petrolera, también asumió la de realizar política cambiaria e intervenir el mercado paralelo de divisas", afirma el economista José Guerra.
La empresa sigue sin hacer declaraciones públicas sobre el caso y se da por sentado que se negaría cualquier participación. Personas vinculadas a Rosemont niegan que Pdvsa sea parte de su portafolio de clientes. Sin embargo, entre los expertos se recuerda que hace tres años se le dio sustento legal para que la empresa pudiera participar en el mercado cambiario alternativo tras la reforma que se le hizo a la Ley del BCV, la cual eliminó la obligación que tenía la petrolera desde 1982 de venderle todas sus divisas al Banco Central.
De igual manera se menciona en que 2007 la empresa hizo una emisión de bonos por 7,5 millardos de dólares, que durante los primeros meses sirvió como opción para que los tenedores de estos papeles los revendieran y obtuvieran divisas a una tasa superior a la oficial. Esta salida del control de cambio se frenó debido a la caída de los precios del petróleo, que tumbaron el de los bonos de Pdvsa y dejó de ser una alternativa de referencia en el mercado cambiario.
Representantes de contratistas nacionales aseguran que la empresa les dio la opción de pagarles sus facturas en moneda extranjera, pero a una paridad por encima de la oficial.
También se señala que Pdvsa ha realizado operaciones de compra y venta dentro del mercado de permuta y prácticamente dejó su tradicional transacción con el BCV para cumplir con sus pagos en bolívares por concepto de impuesto sobre la renta, regalía y dividendos.
En un comunicado, el presidente de la Bolsa de Valores, Víctor Flores, invitó a los venezolanos a invertir en Bonos de la Deuda Pública Nacional y dijo que el corro caraqueño "es el mejor escenario para la credibilidad y la transparencia".

lunes, 23 de febrero de 2009

O GOVERNO E O MERCADO

A falta de sintonia entre o governo e o mercado
O governo começou com a avaliação de que a crise internacional seria somente uma marolinha. Mais tarde indicou que o Brasil daria lição ao mundo, saindo ileso da crise. Suas ações, corretas inicialmente, deram espaço à inércia, gerando uma crise de confiança no país.
Agora observamos uma completa falta de sintonia do governo com o mercado.
O mercado deseja alívio fiscal: o governo bate recorde de arrecadação.
O mercado implora por juros menores: continuamos com a maior taxa básica de juros (em termos reais) do mundo. O máximo que a autoridade monetária realizou foi a “magnífica” queda de um ponto percentual, enquanto outros países derrubaram fortemente suas taxas.
O que será necessário para que o governo se renda a realidade do lado real da economia? Números piores quanto ao emprego? Aumento no número de falências?
Alinho meu pensamento com aqueles que entendem que a crise no Brasil será menos sentida do que em outros países, contudo, isso se dará se o governo brasileiro utilizar de forma rápida e inteligente os instrumentos de política macroeconômica, entre eles a política fiscal e monetária em favor do nível de atividade econômica, mesmo que isto custe abrir mão do foco maior na inflação.
O que mais o governo precisa para agir?
Isso não é somente admitir os efeitos da crise, é efetivamente entender o lado real da economia, este que gera empregos e movimenta bens e serviços, e acima de tudo financia as atividades do próprio governo. ( ReinaldoCafeo)

lunes, 2 de febrero de 2009

PROYECTOS EN VENEZUELA

O Presidente da AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL –
ABDI, no uso de suas atribuições, de acordo com a legislação pertinente e o aqui
disposto, torna pública a realização do Processo Seletivo Público para Formação de
Cadastro de Empresas Brasileiras capacitadas em participar da implementação de
projetos industriais na Venezuela, na condição de (1) Fornecedora de Bens de
Capital para os Projetos Industriais, (2) Prestadora de Serviços de Engenharia para
Desenvolvimento dos Projetos Industriais, conforme Termo de Cooperação
celebrado entre ABDI e o Ministério do Poder Popular das Indústrias Leves e
Comércio da República Bolivariana da Venezuela-MPPILCO em 27/06/2008.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 - O presente Processo Seletivo possui como objeto, a formação de Cadastro,
para apresentação ao MPPILCO, de pessoas jurídicas brasileiras interessadas e
aptas a implantação de projetos industriais na Venezuela sob as seguintes
condições de participação:
• Fornecimento de Bens de Capital para Projetos Industriais;
• Prestação de Serviços de Engenharia para Desenvolvimento de Projetos
Industriais;
Os Projetos Industriais estão relacionados no Quadro 01 e Anexo I, respectivamente.
As figuras dos produtos, relacionados no anexo I, são de caráter meramente
ilustrativo, assim como, as informações referentes a demanda de produção e
especificações de produto, que constam no mesmo anexo, podem sofrer alterações
conforme definições do MPPILCO.
1.2 – A ABDI não assegura às empresas selecionadas sua participação automática
nos referidos projetos, ainda que classificadas, mas, tão somente, a possibilidade de
vir a ser contatada pelo MPPILCO, segundo condições expressas no documento
venezuelano “ Instructivo para el Proceso de Procura de Bienes y Servicios –
Proveedores Internacionales”, anexo II do presente edital.
1.3 - O Processo Seletivo, regido por este Edital, seus anexos e eventuais
retificações, caso existam, serão executados pela Agência Brasileira de
Desenvolvimento Industrial - ABDI.
1.4 – À pessoa jurídica candidata, caberá o ônus por todo e qualquer custo inerente
à sua participação no Processo Seletivo, não sendo de responsabilidade da ABDI o
ressarcimento de quaisquer despesas, em especial as havidas com postagem,
transporte, locomoção, hospedagem, alimentação e outras do gênero.
1.5 – Será constituída Comissão Técnica para a realização da avaliação das
candidaturas das empresas, segundo os critérios estabelecidos no presente edital,
formada por um (01) representante das seguintes instituições: Ministério do
Desenvolvimento Indústria e Comércio–MDIC, Associação Brasileira da Indústria de
Máquinas e Equipamentos–ABIMAQ, Associação Brasileira de Circuitos Impressos–
ABRACI, Associação Brasileira de Engenharia Industrial–ABEMI, Associação
Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica-ABINEE e Câmara Brasileira da Indústria
da Construção-CBIC. Cabe a ABDI a coordenação das atividades da respectiva
comissão técnica de avaliação.
1.6 – O MPPILCO designará um representante para observar as atividades da
comissão técnica, quando da avaliação das candidaturas.
1.7 – A formação do cadastro de empresas se dará para a implementação na
Venezuela dos seguintes projetos industriais:
Nº Projeto
Plantas Fabris a Serem Desenvolvidas.
1 Latas e Tampas Metálicas
2 Equipamentos para Processar Alimentos
3 Tubos e Conexões de PVC
4 Placas Eletrônicas Montadas
5 Fundição, Usinagem e Montagem de Válvulas
6 Embalagens de Vidro
7 Equipamentos para Refrigeração Industrial

FORUM DAVOS - BASE DA PIRAMIDE

INVESTIR NA BASE DA PIRAMIDE - FORUM DAVOS
Alternativa para crescimento econômico é investir na "base da pirâmide", diz estudo Paula Laboissière Repórter da Agência Brasil Brasília - Apesar dos reflexos globais da crise financeira, empresas em todo o mundo podem encontrar oportunidades de crescimento em meio aos cerca de 3,7 bilhões de pessoas que fazem parte da chamada “base da pirâmide” econômica. A estratégia é indicada pelo Fórum Econômico Mundial – que ocorre em Davos, na Suíça – como promissora caso o foco das empresas seja beneficiar comunidades específicas, como fazendeiros, por exemplo.“Empresas inovadoras estão encontrando estratégias por meio do engajamento da base da pirâmide em suas valiosas cadeias econômicas, oferecendo sustentabilidade e segurança alimentar para comunidades pobres”, mostra o estudo.A publicação, denominada Os próximos bilhões, registra a participação de mais de 150 líderes do ramo empresarial e de mais de 200 estudos de caso na área, desenvolvida em parceria com o Grupo de Consultoria de Boston e com o apoio da Fundação Bill & e Melinda Gates.A proposta central do estudo é o engajamento de nichos que fazem parte da “base da pirâmide” em estratégias de negócio que perpassem por todos os setores da indústria. O fórum indica um potencial de crescimento empresarial de 8% nesse mercado.Um dos destaques da publicação é a cadeia alimentícia – desde a produção agrícola, passando pelo processamento do alimento, até o consumo. De acordo com os dados divulgados, o setor é responsável por 70% da atividade econômica presente na “base da pirâmide”.“As empresas podem usar tais oportunidades ao adotar estratégias que descubram valores e novos parceiros na base da pirâmide. O setor de telecomunicações, por exemplo, desenvolveu tecnologias que reduzem o custo e que levam o serviço até áreas remotas”, cita a publicação.','').replace('','') -->

domingo, 25 de enero de 2009

BNDES - LOS CREDITOS CRECIERON EN 40% EN "2008"

Río de Janeiro, 23 ene (EFE).- El desembolso de créditos otorgados por el estatal Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES) de Brasil, la principal institución de fomento del Mercado Común del Sur (Mercosur), crecieron el 40 por ciento en 2008, informó hoy la entidad financiera.En un comunicado, el banco institucional señaló que el año pasado los créditos desembolsados alcanzaron la suma de 90.800 millones de reales (unos 38.786 millones de dólares), cifra récord para la institución.El crédito liberado posibilitó inversiones por 167.700 millones de reales (unos 71.337 millones de dólares) mediante proyectos en conjunto con instituciones públicas y privadas de Suramérica.El cálculo tomó en cuenta "inversiones fijas adquiridas" en 2008 y no los recursos destinados a refinanciación, reestructuración societaria, compra de equipos importados o financiación de exportaciones.Entre 2003 y 2008 el volumen de créditos se triplicó, con un promedio anual de 45.900 millones de reales (19.607 millones de dólares).Los créditos, según el banco, permitieron la manutención de 2,8 millones de puestos de trabajo en el año, número que no fue recortado pese a la crisis financiera global, que se expandió en los últimos meses.

DOLAR / BOLIVAR

Dolar ESTRUCTURAL Cotización, dolar compra 5,50 , dolar venda 5,60
Euro Paralelo 7,19 , Bolivar Peso 0,45
Diferencial Cambiario ,160

CAMBIO REAL/DOLAR - 23 ENERO 2009

Câmbio REAL/DOLAR
23.jan.2009
COMPRA/VENDA/VARIACAO
Dólar comercial (R$) 2,337 ; 2,339 ; Variação 0,13 %
Dólar turismo (R$) 2,210 ; 2,500 ; Variação 0,00 %
Dólar paralelo (R$) 2,300 ; 2,500 ; Variação 0,00 %
Euro (R$) 3,022 3,024 ; Variação 0,06 %
Libra (R$) 3,213 3,216