lunes, 27 de octubre de 2008
EVALUACION DE LA CRISIS FINANCIERA
O que Fazer Nesta Crise? (Por Stephen Kanitz) Toda crise tem sete fases: Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica, é tudo boato. Fase 2. Sim, temos um problema, mas tudo está sob controle. Fase 3. O problema é grave, mas medidas corretivas já foram tomadas. Fase 4. O problema é muito grave, mas as medidas emergenciais surtirão efeito. Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder. Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados. Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes. Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos à Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar "que esta crise é igual ou pior que a de 1929", como vários já falaram, ou escrever no jornal "as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil", como já foi publicado, e gerar pânico por aqui. Não, a crise ainda não chegou ao Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco, mas não o seu emprego. Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses. Se tivessem líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses. Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando sua poupança e prevendo o pior. Ninguém sabe quem serão os 25% de desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras evitando a espiral recessiva. Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929 como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os bancos, o que aconteceu agora na Europa. A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o que vier especialmente se for notícia ruim. Nenhum banco comercial irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram, mas ninguém percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929, está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco. Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais faria. Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas porque não venderam na "alta". Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas felizmente foi uma lei que "não pegou". Problema a menos. Só temos bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de investimentos americanos. O Brasil não está alavancado. Nossos créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando problemas. Nosso Banco Central adotou o que venho alertando há anos a países e famílias - a política de ter reservas para os dias de crise e hoje temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir furos de caixa. Temos um sistema financeiro dos mais modernos e rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90. Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro banco numa crise destas. Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas
sábado, 18 de octubre de 2008
BONOS SOBERANOS
Los Bonos Soberanos son instrumentos de Deuda Pública Nacional emitidos por la República Bolivariana de Venezuela. que otorgan a su poseedor el derecho de percibir los intereses o una renta fija en divisas, así como el reembolso de capital, también en divisas. Estos instrumentos pueden ser negociados tanto en el mercado interno, en moneda nacional, como en el mercado internacional, en divisas.
4.95 Compra.
5.30 Venta
Relación Euro- 7.08
Relación Peso C. - 0.51
La relación de negociación de los bonos soberanos traspaso la barrera sicológica de los cinco, al subir hoy Bs. 0,19. La caída de las tasas de interés en el mundo debería hacer subir nuestros bonos bajando la relación de negociación. Sin embargo, no esta ocurriendo por la subida del riesgo país. Las calificadoras de riesgo evalúan negativamente la prepotencia venezolana de considerar que no seremos afectados por la crisis. El riesgo país, medido por JPMORGAN se acerco a los 1.300 pb.
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Mercado permuta cierra en máximo de 8 meses
El mercado permuta cierra la jornada mostrando un incremento de 0,15 bolívares con respecto al precio de cierre del día miércoles. El dólar no se cotizaba en estos niveles desde el 12 de Febrero de 2008. Los bonos venezolanos continuaban su comportamiento errático, mientras el Global 27, que se cotizó el 26 de septiembre de este año a 80,7% de su valor, al cierre había descendido hasta 59,7%. Los bonos de Pdvsa, han recibido un castigo similar. El título que vence en 2027 se cotiza a 36,5% de su valor, mientras que el que expira en 2017 se cotiza a 43,6%. Los Boden 15 argentinos, comprados por Venezuela a 65% de su valor dos meses atrás hoy se cotizan a 45.
4.95 Compra.
5.30 Venta
Relación Euro- 7.08
Relación Peso C. - 0.51
La relación de negociación de los bonos soberanos traspaso la barrera sicológica de los cinco, al subir hoy Bs. 0,19. La caída de las tasas de interés en el mundo debería hacer subir nuestros bonos bajando la relación de negociación. Sin embargo, no esta ocurriendo por la subida del riesgo país. Las calificadoras de riesgo evalúan negativamente la prepotencia venezolana de considerar que no seremos afectados por la crisis. El riesgo país, medido por JPMORGAN se acerco a los 1.300 pb.
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Mercado permuta cierra en máximo de 8 meses
El mercado permuta cierra la jornada mostrando un incremento de 0,15 bolívares con respecto al precio de cierre del día miércoles. El dólar no se cotizaba en estos niveles desde el 12 de Febrero de 2008. Los bonos venezolanos continuaban su comportamiento errático, mientras el Global 27, que se cotizó el 26 de septiembre de este año a 80,7% de su valor, al cierre había descendido hasta 59,7%. Los bonos de Pdvsa, han recibido un castigo similar. El título que vence en 2027 se cotiza a 36,5% de su valor, mientras que el que expira en 2017 se cotiza a 43,6%. Los Boden 15 argentinos, comprados por Venezuela a 65% de su valor dos meses atrás hoy se cotizan a 45.
domingo, 12 de octubre de 2008
La Ironia del Capitalismo - El Hueco de los14 Trillones
Ahora que se ha realizado la Reunión del G-7 y del Grupo de los 20, para tratar de la Crisis Financiera Mundial, todavía no se sabe el tamaño del desastre e todavía no he leído en la prensa internacional ni a Econometristas, ni a Macroeconomistas, ni a los premios noveles comentar la dimensión del Hueco e las cadenas exponenciales de los efectos del nuevo Crack de las Bolsas, así como el efecto domino en las cadenas desde los grandes bancos, financieras aseguradoras, hasta las empresas industriales , agrícolas e comercializadoras, servicios , consumidores e usuarios de prestamos.
Aparentemente , después de la caída de las Torres Gemelas, después del fatídico 11 de setiembre de 2004, pareciera que todos los flujos de capital e financieros estaban siendo monitoreados a una velocidad de luz e a todas las regiones del mapa terrático.
Hoy con la globalizacion e los métodos avanzados para detectar delitos financieros contra la banca, el monitoreo de los flujos financieros contra el trafico de drogas e contra los terroristas, es inacreditable no haberse detectado los delitos de Cuello Blanco de la Banca contra el usuario y los blufs de ofertas de paquetes financieros hipotecarios maquillados y engañosos de los operadores financieros.
Aparentemente , después de la caída de las Torres Gemelas, después del fatídico 11 de setiembre de 2004, pareciera que todos los flujos de capital e financieros estaban siendo monitoreados a una velocidad de luz e a todas las regiones del mapa terrático.
Hoy con la globalizacion e los métodos avanzados para detectar delitos financieros contra la banca, el monitoreo de los flujos financieros contra el trafico de drogas e contra los terroristas, es inacreditable no haberse detectado los delitos de Cuello Blanco de la Banca contra el usuario y los blufs de ofertas de paquetes financieros hipotecarios maquillados y engañosos de los operadores financieros.
CRISE FINANCIERA- UN HUECO DE 14 TRILLONES
CRISE FINANCEIRA - O BURACO DOS 14 TRILHOES DE US$
A crise financeira é uma consequencia de uma serie de desvarios especulativos dos Centros Financeiros Mundiais,das Bolsas de Ações das empresas privadas e publicas, da Banca e Instituções Financeiras; das Companhias com balanços maquilhados pelos operadores e engenheiros financeiros ;da Banca Hipotecaria sem metodos de controle e infartados numa correia globalizante; de traders especuladores no mercado a futuro das Comodities e de papeis financeiros sem valor real de produção ou de valia, das compras e vendas futuras e na Movimentação dos Fluxos de Capitais Internacionais etc.A situação é muito mais complicada e complexa, que ja se vinha percebendo ha mais de quinze anos e agora recentemente, pelas distorçoes dos preços das açoes de muitas empresas que nao corresponde a uma economia real. As crises financeiras perifericas da Asia , Russia, Mexico , Argentina e Brasil mostraram a vulnerabilidade dos movimentos capitais, assim como a atual crise energetica e alimentaria , é o resultado de especulações mais seria que a simples lei de oferta e procura dos produtos e serviços.. A expansao da Banca Internacional com portafolios de carteiras artificiais entrou neste momento em terapia intensiva sem sabermos exatamente o diagnostico real e a dimensao da emfermidade .
Publicado por Econ.Fernando Portela en 18:32 0 comentarios
A crise financeira é uma consequencia de uma serie de desvarios especulativos dos Centros Financeiros Mundiais,das Bolsas de Ações das empresas privadas e publicas, da Banca e Instituções Financeiras; das Companhias com balanços maquilhados pelos operadores e engenheiros financeiros ;da Banca Hipotecaria sem metodos de controle e infartados numa correia globalizante; de traders especuladores no mercado a futuro das Comodities e de papeis financeiros sem valor real de produção ou de valia, das compras e vendas futuras e na Movimentação dos Fluxos de Capitais Internacionais etc.A situação é muito mais complicada e complexa, que ja se vinha percebendo ha mais de quinze anos e agora recentemente, pelas distorçoes dos preços das açoes de muitas empresas que nao corresponde a uma economia real. As crises financeiras perifericas da Asia , Russia, Mexico , Argentina e Brasil mostraram a vulnerabilidade dos movimentos capitais, assim como a atual crise energetica e alimentaria , é o resultado de especulações mais seria que a simples lei de oferta e procura dos produtos e serviços.. A expansao da Banca Internacional com portafolios de carteiras artificiais entrou neste momento em terapia intensiva sem sabermos exatamente o diagnostico real e a dimensao da emfermidade .
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domingo, 29 de junio de 2008
PAGAMENTOS EN REALES
CAMEX - RESOLUÇÃO Nº 12, DE 25 DE ABRIL DE 2007.
O CONSELHO DE MINISTROS DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR, conforme o deliberado em reunião do dia 25 de abril de 2007, com fundamento no § 1º do art. 1º e no art. 3º do Decreto nº 4.732, de 10 de junho de 2003, RESOLVE:
Art. 1º As exportações brasileiras de bens e de serviços podem ser realizadas mediante recebimento em Reais.
Art. 2º O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o Ministério da Fazenda poderão editar normas necessárias ao cumprimento desta Resolução, conforme as respectivas áreas de atuação.
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
MIGUEL JORGE - Presidente do Conselho de Ministros da CAMEX
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR
SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR
PORTARIA Nº 7, DE 3 DE MAIO DE 2007 (publicada no D.O.U. de 07/05/2007) O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no exercício de suas atribuições, com fundamento no art. 14 do Anexo I ao Decreto nº 5.532, de 6 de setembro de 2005, resolve:
Art. 1º Incluir o § 3º no artigo 10 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“§ 3º Em se tratando de mercadoria ingressada em entreposto aduaneiro na importação, o licenciamento será efetuado posteriormente ao embarque na mercadoria no exterior e anteriormente ao despacho para consumo, observado o Tratamento Administrativo do Siscomex.”.
Art. 2º Incluir o § 4º no artigo 162 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“§ 4º Poderão ser emitidos RE[1], para pagamento em moeda nacional, por qualquer empresa, independente de destino e/ou produto, observado o disposto nesta Portaria.”
Art. 3º Revogar os artigos 224 e 225 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006.
Art 4º Revogar o item I do Anexo A da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, relativo à cota tarifária de sardinha.
Art. 5º Incluir o item XIX no Anexo Q da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“XIX – Outras situações a critério do DECEX.”Art 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação
O CONSELHO DE MINISTROS DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR, conforme o deliberado em reunião do dia 25 de abril de 2007, com fundamento no § 1º do art. 1º e no art. 3º do Decreto nº 4.732, de 10 de junho de 2003, RESOLVE:
Art. 1º As exportações brasileiras de bens e de serviços podem ser realizadas mediante recebimento em Reais.
Art. 2º O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o Ministério da Fazenda poderão editar normas necessárias ao cumprimento desta Resolução, conforme as respectivas áreas de atuação.
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
MIGUEL JORGE - Presidente do Conselho de Ministros da CAMEX
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR
SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR
PORTARIA Nº 7, DE 3 DE MAIO DE 2007 (publicada no D.O.U. de 07/05/2007) O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no exercício de suas atribuições, com fundamento no art. 14 do Anexo I ao Decreto nº 5.532, de 6 de setembro de 2005, resolve:
Art. 1º Incluir o § 3º no artigo 10 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“§ 3º Em se tratando de mercadoria ingressada em entreposto aduaneiro na importação, o licenciamento será efetuado posteriormente ao embarque na mercadoria no exterior e anteriormente ao despacho para consumo, observado o Tratamento Administrativo do Siscomex.”.
Art. 2º Incluir o § 4º no artigo 162 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“§ 4º Poderão ser emitidos RE[1], para pagamento em moeda nacional, por qualquer empresa, independente de destino e/ou produto, observado o disposto nesta Portaria.”
Art. 3º Revogar os artigos 224 e 225 da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006.
Art 4º Revogar o item I do Anexo A da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, relativo à cota tarifária de sardinha.
Art. 5º Incluir o item XIX no Anexo Q da Portaria SECEX nº 35, de 24 de novembro de 2006, com a seguinte redação:
“XIX – Outras situações a critério do DECEX.”Art 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação
miércoles, 25 de junio de 2008
Disponibilidad de Reais Brasil
Oferta de Reais en Brasil . Entrar en contacto con Fpmillenium. Possibilidad de inversiones y compensaciones
martes, 27 de mayo de 2008
Bono Soberano 27 Mayo
Boletin al 27/5/2008:
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Los Bonos Soberanos son instrumentos de Deuda Publica Nacional emitidos por la República Bolivariana de Venezuela. que otorgan a su poseedor el derecho de percibir los intereses o una renta fija en divisas, así como el reembolso de capital, también en divisas. Estos instrumentos pueden ser negociados tanto en el mercado interno, en moneda nacional, como en el mercado internacional, en divisas.
Bs.F. 3.00 compra
Bs.F. 3.25 Venta
La relación: sigue bajando, continua el efecto generado por el exceso de títulos, porque las entidades financieras están vendiendo sus títulos valores denominados en divisas para acatar la decisión del gobierno.
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Relación Euro- 5.11
Relación Peso - 0.54
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Martes 27-5-2008 F/Ultimas noticias: CADIVI ha restringido el proceso para el envío de divisas a familiares que residen en el exterior. Así se desprende de una Providencia emitida por Cadivi, y publicada en la Gaceta Oficial No.38.937, de fecha 23 de mayo y que hoy reseña. La misma, en su artículo 3- limita a 1.800 dólares mensuales el monto total que cada usuario puede enviar a sus familiares que viven fuera del país; cada beneficiario (o familiar que perciba las divisas) podrá recibir hasta 300 dólares mensuales, es decir, que cada usuario podrá enviar dinero a un máximo de seis familiares residenciados en el exterior. La Providencia anterior, de fecha 04 de febrero de 2004, no limita el monto total a enviar a familiares en el exterior; sólo especifica que se podrán remitir hasta 300 dólares mensuales a cada beneficiario. El artículo 2 de la nueva resolución detalla las personas que se pueden beneficiar de la medida: familiares residenciados en el extranjero hasta segundo grado de consanguinidad (padre, madre, hijos e hijas, abuelos, abuelas, hermanos, hermanas, nietos y nietas), primer grado de afinidad (suegros, suegras, yernos y nueras, hijo del cónyuge), cónyuge, concubino o concubina del usuario. Se excluyen las personas que obtengan divisas por cualquier otro concepto. Más exigentes. A partir de ahora, los usuarios interesados en enviar divisas a sus familiares que residen en el exterior deberán consignar una serie de requisitos, entre los que están: constancia de trabajo, documento que demuestre el vínculo familiar con el beneficiario, copia de la última declaración de Islr, copia de los tres últimos estados de cuenta bancarios. Además, deberán consignar la copia del pasaporte o un documento que identifique al beneficiario, así como la Fe de Vida de éste, emitida por la Oficina o Sección Consular de la Embajada de Venezuela del país de residencia; si el beneficiario es extranjero deberán consignar la constancia de residencia emitida por una autoridad competente.
Fuente: Descifrado/ Cantv afina detalles para una Oferta Pública de Accciones Simplificada: La Compañía Anónima Teléfonos de Venezuela (Cantv) espera concretar este año la tenencia del 100% de las acciones de la empresa, por lo cual está afinando los mecanismos de una Oferta Pública de Accciones Simplicada -OPAS-, tanto para las acciones clase D que cotizan en la Bolsa de Valores de Caracas, los accionistas clase C (empleados y jubilados) y los aún tenedores de ADS en el extranjero. De acuerdo al informe presentado a la Asamblea Nacional existen 1 mil 400 tenedores de ADS, 26 mil 470 accionistas tipo D en la Bolsa de Caracas y 14 mil 167 clase C. "La compra de estas acciones garantizará mayores dividendos al Estado venezolano y en el caso específico de las acciones domiciliadas en el exterior, implicaría una menor erogación de divisas destinadas al pago de dividendos a los accionistas en EEUU".
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Mercado Bursátil: Bonos Venezolanos
PDV120417 66,00
PDV120427 57,50
PDV120437 56,00
TICC032019 98,00
TICC042017 98,00
BODEN12 54,20
BODEN15 72,50
VENZ23 84,88
VENZ28 85,13
-----------------------------Donde Invertir:
Invierta en Bonos en USD con capital garantizado.
--------------------------------------------------------------------Oportunidades de Inversión:
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Los Bonos Soberanos son instrumentos de Deuda Publica Nacional emitidos por la República Bolivariana de Venezuela. que otorgan a su poseedor el derecho de percibir los intereses o una renta fija en divisas, así como el reembolso de capital, también en divisas. Estos instrumentos pueden ser negociados tanto en el mercado interno, en moneda nacional, como en el mercado internacional, en divisas.
Bs.F. 3.00 compra
Bs.F. 3.25 Venta
La relación: sigue bajando, continua el efecto generado por el exceso de títulos, porque las entidades financieras están vendiendo sus títulos valores denominados en divisas para acatar la decisión del gobierno.
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Relación Euro- 5.11
Relación Peso - 0.54
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Martes 27-5-2008 F/Ultimas noticias: CADIVI ha restringido el proceso para el envío de divisas a familiares que residen en el exterior. Así se desprende de una Providencia emitida por Cadivi, y publicada en la Gaceta Oficial No.38.937, de fecha 23 de mayo y que hoy reseña. La misma, en su artículo 3- limita a 1.800 dólares mensuales el monto total que cada usuario puede enviar a sus familiares que viven fuera del país; cada beneficiario (o familiar que perciba las divisas) podrá recibir hasta 300 dólares mensuales, es decir, que cada usuario podrá enviar dinero a un máximo de seis familiares residenciados en el exterior. La Providencia anterior, de fecha 04 de febrero de 2004, no limita el monto total a enviar a familiares en el exterior; sólo especifica que se podrán remitir hasta 300 dólares mensuales a cada beneficiario. El artículo 2 de la nueva resolución detalla las personas que se pueden beneficiar de la medida: familiares residenciados en el extranjero hasta segundo grado de consanguinidad (padre, madre, hijos e hijas, abuelos, abuelas, hermanos, hermanas, nietos y nietas), primer grado de afinidad (suegros, suegras, yernos y nueras, hijo del cónyuge), cónyuge, concubino o concubina del usuario. Se excluyen las personas que obtengan divisas por cualquier otro concepto. Más exigentes. A partir de ahora, los usuarios interesados en enviar divisas a sus familiares que residen en el exterior deberán consignar una serie de requisitos, entre los que están: constancia de trabajo, documento que demuestre el vínculo familiar con el beneficiario, copia de la última declaración de Islr, copia de los tres últimos estados de cuenta bancarios. Además, deberán consignar la copia del pasaporte o un documento que identifique al beneficiario, así como la Fe de Vida de éste, emitida por la Oficina o Sección Consular de la Embajada de Venezuela del país de residencia; si el beneficiario es extranjero deberán consignar la constancia de residencia emitida por una autoridad competente.
Fuente: Descifrado/ Cantv afina detalles para una Oferta Pública de Accciones Simplificada: La Compañía Anónima Teléfonos de Venezuela (Cantv) espera concretar este año la tenencia del 100% de las acciones de la empresa, por lo cual está afinando los mecanismos de una Oferta Pública de Accciones Simplicada -OPAS-, tanto para las acciones clase D que cotizan en la Bolsa de Valores de Caracas, los accionistas clase C (empleados y jubilados) y los aún tenedores de ADS en el extranjero. De acuerdo al informe presentado a la Asamblea Nacional existen 1 mil 400 tenedores de ADS, 26 mil 470 accionistas tipo D en la Bolsa de Caracas y 14 mil 167 clase C. "La compra de estas acciones garantizará mayores dividendos al Estado venezolano y en el caso específico de las acciones domiciliadas en el exterior, implicaría una menor erogación de divisas destinadas al pago de dividendos a los accionistas en EEUU".
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Mercado Bursátil: Bonos Venezolanos
PDV120417 66,00
PDV120427 57,50
PDV120437 56,00
TICC032019 98,00
TICC042017 98,00
BODEN12 54,20
BODEN15 72,50
VENZ23 84,88
VENZ28 85,13
-----------------------------Donde Invertir:
Invierta en Bonos en USD con capital garantizado.
--------------------------------------------------------------------Oportunidades de Inversión:
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