sábado, 12 de diciembre de 2009
O BCV ESTA COMPRANDO DIVIDA VENEZUELANA
El Banco Central de Venezuela estaría comprando papeles de deuda venezolanos que se están vendiendo en el mercado en ocasión de que muchos inversionistas están buscando liquidez.Armando León director del BCV es quien estaría al frente de la operación de recompra.Los precios son muy atractivos para el gobierno venezolano. "Si el gobierno tiene caja, nada mejor que recomprar deuda a precios ridículamente bajos", comentó una fuente. A mediados del mes de noviembre, el Presidente del BCV, Nelson Merentes reiteraba que el BCVhabía comprado bonos emitidos por Pdvsa aun no , aunque dijo que lo harían si las condiciones eran favorables para el país.Días antes, Merentes dijo que era totalmente falso que el BCV hubiese comprado bonos de Pdvsa y que la intención de esos 'rumores' era oscurecer la imagen del BCV.Por su parte, fuentes de Pdvsa dijeron la semana pasada que la petrolera ha aprovechado la caída en el valor de los bonos para hacer recompras, particularmente de los títulos lanzados en octubre.La fuente detalló que Pdvsa habría recomprado entre 300 millones y 600 millones de dólares, aunque no era claro si habría más recompras.
A CRISE BANCARIA E A QUALIFICACAO DA DIVIDA SOBERANA DA VENEZUELA
viernes 11 de diciembre de 2009
Moody's: Crisis bancaria aún no afecta calificación de deuda soberana Venezolana
La agencia calificadora Moody's dijo hoy que las calificaciones de la deuda soberana de Venezuela no se han visto afectadas hasta el momento por la intervención de bancos que emprendió recientemente el Gobierno Venezolano.Moody's señaló que no se ha sentido un impacto sobre las calificaciones porque las notas de la deuda del país ya están en niveles bajos y porque la medida no tuvo un costo en efectivo directo sobre el Gobierno.La agencia dijo que sigue preocupada por el ambiente general de operaciones de los bancos del país y por el posible contagio de esos problemas sobre el conjunto del sistema bancario.Por su parte RBC Capital Markets, reportó hoy que no esperan una estatización masiva de bancos privados y al mismo tiempo dijeron que la capacidad pago de Venezuela sigue siendo fuerte.El Royal Bank of Canada dijo además que el riesgo de los bonos Venezolanos puede caer gracias al potencial incremento de los precios del petróleo y el freno a la venta de nuevas emisiones de deuda en el corto plazo.
Moody's: Crisis bancaria aún no afecta calificación de deuda soberana Venezolana
La agencia calificadora Moody's dijo hoy que las calificaciones de la deuda soberana de Venezuela no se han visto afectadas hasta el momento por la intervención de bancos que emprendió recientemente el Gobierno Venezolano.Moody's señaló que no se ha sentido un impacto sobre las calificaciones porque las notas de la deuda del país ya están en niveles bajos y porque la medida no tuvo un costo en efectivo directo sobre el Gobierno.La agencia dijo que sigue preocupada por el ambiente general de operaciones de los bancos del país y por el posible contagio de esos problemas sobre el conjunto del sistema bancario.Por su parte RBC Capital Markets, reportó hoy que no esperan una estatización masiva de bancos privados y al mismo tiempo dijeron que la capacidad pago de Venezuela sigue siendo fuerte.El Royal Bank of Canada dijo además que el riesgo de los bonos Venezolanos puede caer gracias al potencial incremento de los precios del petróleo y el freno a la venta de nuevas emisiones de deuda en el corto plazo.
DOLAR BOLIVAR PERMUTA FECHAMENTO A 11 DE DEZEMBRO DE 2009
FECHAMENTO Dolar BS cierra semana en 5,95 bolívares (11 de DEZEMBRO DE 2009)
El dolar permuta cierra la semana en 5,70 bolívares para la compra y 5,95 bolívares para la venta, mostrando un incremento de 0,10 bolívares con respecto al precio de cierre del día jueves.Los mínimos se ubicaron en 5,65 bolívares y 5,85 bolívares para la compra y venta respectivamente.Cambistas que operan en frontera colombo-venezolana reportaron que el bolívar volvía a ceder frente al peso, cotizandose alrededor de los 305 pesos para la compra y los 315 pesos para la venta.El euro paralelo se cotizaba alrededor de los 8,65 bolívares.El diferencial cambiario se ubica en 177%.O Real na fronteira fechou por Bs 2.95 .
El dolar permuta cierra la semana en 5,70 bolívares para la compra y 5,95 bolívares para la venta, mostrando un incremento de 0,10 bolívares con respecto al precio de cierre del día jueves.Los mínimos se ubicaron en 5,65 bolívares y 5,85 bolívares para la compra y venta respectivamente.Cambistas que operan en frontera colombo-venezolana reportaron que el bolívar volvía a ceder frente al peso, cotizandose alrededor de los 305 pesos para la compra y los 315 pesos para la venta.El euro paralelo se cotizaba alrededor de los 8,65 bolívares.El diferencial cambiario se ubica en 177%.O Real na fronteira fechou por Bs 2.95 .
sábado, 17 de octubre de 2009
IMPUESTO EN LA ENTRADA DE CAPITAL EN BRASIL - NUEVAMENTE COBRANZA DE IOF
. Pedágio para estrangeiroO avanço do capital externo no país, que está derrubando o dólar frente ao real, preocupa o governo, que estuda retomar a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de dólares. A ideia é “pedagiar” a entrada do capital externo para evitar operações especulativas. A desvalorização do dólar, que ontem voltou a fechar abaixo dos R$ 1,70, prejudica as exportações em um momento pós-crise em que omercado internacional está muito competitivo (vale lembrar que os exportadores ganham em dólar). De acordo com o Estadão, a possibilidade de cobrar o IOF foi discutida com o presidente Lula na terça, com o argumento de que o poder do Banco Central de comprar dólares - uma outra forma de conter a baixa da moeda - é limitado. Seriam taxadas as aplicações em renda fixa e títulos públicos, e não está descartada a possibilidade de se cobrar o tributo em operações na bolsa de valores. A equipe econômica avalia que a tributação não prejudica quem já entrou, mas desestimula os especuladores que ainda não entraram.
3. Bônus polêmicos
3. Bônus polêmicos
sábado, 11 de julio de 2009
BNDES APLICA INVERSIONES DE 45 MIL MILLONES DE DOLARES
Desembolsos atingem R$ 92 bilhões em 12 meses e consultas voltam a subir nos cinco primeiros meses do ano (02/07/2009)
As consultas para novos investimentos no BNDES cresceram 40% nos primeiros cinco meses de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado. No total, o valor das consultas somou R$ 91,3 bilhões entre janeiro e maio, refletindo perspectiva de crescimento dos desembolsos. A expansão das consultas ocorreu, basicamente, devido às demandas dos setores de material de transporte, química e petroquímica, indústria extrativa e serviços de utilidade pública. O desempenho revela que parte dos novos investimentos está voltada para o mercado doméstico, em paralelo ao movimento de recuperação da utilização da capacidade ociosa da indústria. Quanto aos desembolsos, as liberações do Banco permaneceram estáveis em R$ 32,7 bilhões nos cinco primeiros meses do ano na comparação com igual período anterior. Na mesma base de comparação, os enquadramentos cresceram 45%, somando R$ 83,4 bilhões, e as aprovações caíram 6%, totalizando R$ 39,6 bilhões.Já para as micro e pequenas empresas houve aumento de 21% (R$ 3,6 bilhões) nos desembolsos nos cinco primeiros meses do ano em relação a igual período de 2008. O número de operações realizado para este segmento também cresceu. Foram realizadas 55,6 mil, representando aumento de 80% ante os meses de janeiro a maio de 2008.O desempenho do BNDES nos últimos 12 meses encerrados em maio mostra crescimento em todos os itens. Os desembolsos alcançaram R$ 92,2 bilhões (alta de 17%) e as aprovações R$ 118,8 bilhões (alta de 7%). Os enquadramentos e as consultas totalizaram, pela ordem, R$ 181 bilhões (aumento de 40%) e R$ 201,9 bilhões, valor 43% superior ao obtido nos 12 meses anteriores.
As consultas para novos investimentos no BNDES cresceram 40% nos primeiros cinco meses de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado. No total, o valor das consultas somou R$ 91,3 bilhões entre janeiro e maio, refletindo perspectiva de crescimento dos desembolsos. A expansão das consultas ocorreu, basicamente, devido às demandas dos setores de material de transporte, química e petroquímica, indústria extrativa e serviços de utilidade pública. O desempenho revela que parte dos novos investimentos está voltada para o mercado doméstico, em paralelo ao movimento de recuperação da utilização da capacidade ociosa da indústria. Quanto aos desembolsos, as liberações do Banco permaneceram estáveis em R$ 32,7 bilhões nos cinco primeiros meses do ano na comparação com igual período anterior. Na mesma base de comparação, os enquadramentos cresceram 45%, somando R$ 83,4 bilhões, e as aprovações caíram 6%, totalizando R$ 39,6 bilhões.Já para as micro e pequenas empresas houve aumento de 21% (R$ 3,6 bilhões) nos desembolsos nos cinco primeiros meses do ano em relação a igual período de 2008. O número de operações realizado para este segmento também cresceu. Foram realizadas 55,6 mil, representando aumento de 80% ante os meses de janeiro a maio de 2008.O desempenho do BNDES nos últimos 12 meses encerrados em maio mostra crescimento em todos os itens. Os desembolsos alcançaram R$ 92,2 bilhões (alta de 17%) e as aprovações R$ 118,8 bilhões (alta de 7%). Os enquadramentos e as consultas totalizaram, pela ordem, R$ 181 bilhões (aumento de 40%) e R$ 201,9 bilhões, valor 43% superior ao obtido nos 12 meses anteriores.
BRASIL - INSERCION INTERNACIONAL
Exportação e Inserção Internacional
O desenvolvimento de um setor exportador mais dinâmico e integrado ao mercado mundial e o aumento da competitividade da produção econômica em escala global atendem ao objetivo do BNDES de fortalecer o mercado interno, pois funcionam como poderosos instrumentos para a elevação da produtividade e eficiência das empresas brasileiras.
Principal braço financiador do Governo Federal, o BNDES tem incentivado a área de comércio exterior e a internacionalização de empresas com custos e prazos diferenciados.
Entre as ações implementadas, destacam-se o aumento da competitividade internacional da produção brasileira de bens e serviços de maior valor agregado e o crescente estímulo à ação de empresas brasileiras na América do Sul, ampliando laços comerciais estratégicos.
Condições específicas de apoio
Linhas
As linhas de apoio financeiro têm caráter permanente e podem ser concedidas a qualquer momento. Voltadas especificamente para a exportação, o BNDES oferece as seguintes linhas:
Apoio à exportaçãoFinanciamentos à exportação de bens e serviços nacionais nas fases pré-embarque (produção no Brasil) e pós-embarque (comercialização no exterior).
Apoio à internacionalização de empresasFinanciamento para formação de capital de giro ou investimento de empresas de capital nacional no mercado internacional.
Programas
Os programas de apoio financeiro diferem-se das linhas de apoio por possuírem dotação de recursos e/ou prazo de vigência. Atualmente, estão em vigor os seguintes programas direcionados à exportação:
PROSOFT - ExportaçãoFinanciamento para o desenvolvimento de software e serviços de TI (Tecnologia da Informação) nacionais a serem exportados;
PROFARMA - ExportaçãoFinanciamento à produção de bens nacionais, inseridos no complexo industrial da saúde, a serem exportados.
O desenvolvimento de um setor exportador mais dinâmico e integrado ao mercado mundial e o aumento da competitividade da produção econômica em escala global atendem ao objetivo do BNDES de fortalecer o mercado interno, pois funcionam como poderosos instrumentos para a elevação da produtividade e eficiência das empresas brasileiras.
Principal braço financiador do Governo Federal, o BNDES tem incentivado a área de comércio exterior e a internacionalização de empresas com custos e prazos diferenciados.
Entre as ações implementadas, destacam-se o aumento da competitividade internacional da produção brasileira de bens e serviços de maior valor agregado e o crescente estímulo à ação de empresas brasileiras na América do Sul, ampliando laços comerciais estratégicos.
Condições específicas de apoio
Linhas
As linhas de apoio financeiro têm caráter permanente e podem ser concedidas a qualquer momento. Voltadas especificamente para a exportação, o BNDES oferece as seguintes linhas:
Apoio à exportaçãoFinanciamentos à exportação de bens e serviços nacionais nas fases pré-embarque (produção no Brasil) e pós-embarque (comercialização no exterior).
Apoio à internacionalização de empresasFinanciamento para formação de capital de giro ou investimento de empresas de capital nacional no mercado internacional.
Programas
Os programas de apoio financeiro diferem-se das linhas de apoio por possuírem dotação de recursos e/ou prazo de vigência. Atualmente, estão em vigor os seguintes programas direcionados à exportação:
PROSOFT - ExportaçãoFinanciamento para o desenvolvimento de software e serviços de TI (Tecnologia da Informação) nacionais a serem exportados;
PROFARMA - ExportaçãoFinanciamento à produção de bens nacionais, inseridos no complexo industrial da saúde, a serem exportados.
BNDES- INTERNACIONALIZACION DE EMPRESAS BRASILERAS
Internacionalização de empresas
Objetivo
Estimular a inserção e o fortalecimento de empresas de capital nacional no mercado internacional, através do apoio a investimentos ou projetos a serem realizados no exterior, sempre que contribuam para promover as exportações brasileiras.
Clientes
Empresas de capital nacional, que desenvolvam atividades industriais ou serviços de engenharia e que possuam estratégia de longo prazo de internacionalização.
Itens passíveis de apoio financeiro
Investimentos: construção de novas unidades; aquisição, ampliação ou modernização de unidades instaladas; participação societária, sempre complementares à atividade exportadora;
Necessidades de capital de giro: a serem definidas durante a análise da operação, desde que associadas aos investimentos passíveis de apoio financeiro.
Formas de apoio
Financiamento e capitalização de empresas através da subscrição de valores mobiliários
Condições para Operações de Financiamento
Taxa de Juros , Custo Financeiro + Remuneração do BNDES + Taxa de risco de crédito
Custo financeiro
Cesta ou IPCA.
Remuneração do BNDES ,De 1,3% ao ano,Taxa de risco de crédito
Até 3,57% ao ano (conforme o risco do beneficiário). Nível de Participação De até 60%
Obrigações especiais
Constarão nas condições e nos contratos celebrados, obrigações especiais que prevejam:
metas de desempenho exportador relacionadas aos investimentos objeto do apoio financeiro;
compromisso, durante o prazo da operação, de manutenção do controle nacional do capital da empresa beneficiária; e
nas operações de subscrição de valores mobiliários, serão incorporados dispositivos contratuais que assegurem ao BNDES proteção de seu investimento e que promovam a adoção de práticas adequadas de governança corporativa.
O descumprimento das obrigações especiais sujeitará à beneficiária a aplicação de cobrança de multa.
Encaminhamento
As solicitações de apoio são encaminhadas ao BNDES por meio de Carta-Consulta - preenchida segundo as orientações do Roteiro de Informações para Consulta Prévia - enviada pela empresa interessada, ao: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDESÁrea de Planejamento-APDepartamento de Prioridades-DEPRIAv. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo20031-917 - Rio de Janeiro, RJ
Objetivo
Estimular a inserção e o fortalecimento de empresas de capital nacional no mercado internacional, através do apoio a investimentos ou projetos a serem realizados no exterior, sempre que contribuam para promover as exportações brasileiras.
Clientes
Empresas de capital nacional, que desenvolvam atividades industriais ou serviços de engenharia e que possuam estratégia de longo prazo de internacionalização.
Itens passíveis de apoio financeiro
Investimentos: construção de novas unidades; aquisição, ampliação ou modernização de unidades instaladas; participação societária, sempre complementares à atividade exportadora;
Necessidades de capital de giro: a serem definidas durante a análise da operação, desde que associadas aos investimentos passíveis de apoio financeiro.
Formas de apoio
Financiamento e capitalização de empresas através da subscrição de valores mobiliários
Condições para Operações de Financiamento
Taxa de Juros , Custo Financeiro + Remuneração do BNDES + Taxa de risco de crédito
Custo financeiro
Cesta ou IPCA.
Remuneração do BNDES ,De 1,3% ao ano,Taxa de risco de crédito
Até 3,57% ao ano (conforme o risco do beneficiário). Nível de Participação De até 60%
Obrigações especiais
Constarão nas condições e nos contratos celebrados, obrigações especiais que prevejam:
metas de desempenho exportador relacionadas aos investimentos objeto do apoio financeiro;
compromisso, durante o prazo da operação, de manutenção do controle nacional do capital da empresa beneficiária; e
nas operações de subscrição de valores mobiliários, serão incorporados dispositivos contratuais que assegurem ao BNDES proteção de seu investimento e que promovam a adoção de práticas adequadas de governança corporativa.
O descumprimento das obrigações especiais sujeitará à beneficiária a aplicação de cobrança de multa.
Encaminhamento
As solicitações de apoio são encaminhadas ao BNDES por meio de Carta-Consulta - preenchida segundo as orientações do Roteiro de Informações para Consulta Prévia - enviada pela empresa interessada, ao: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDESÁrea de Planejamento-APDepartamento de Prioridades-DEPRIAv. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo20031-917 - Rio de Janeiro, RJ
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