martes, 19 de marzo de 2013

INDICADORES ECONOMICOS DE BRASIL 2013

INDICADORES ECONOMICOS BRASIL 2013 Inflación …………………………………………….5,9 % Tasa de Cambio R$ ………………………………2,33 US$ PIB US$..................................................2.132 Mil Millones Exportación total US$ ………………………. 241,0 Mil Millones Importación total US$ …………………..……238,90 Mil Millones Reservas BCB …………………………………… 235,00 Mil Millones Tasa de Interes ……………………………………10,5 % Inversiones Extranjeras ……………………...64,04 Mil Millones Comercio Bilateral ……………………………… 6,0 Mil Millones Importación de Venezuela …………………. 1,2 Mil Millones Exportación de Brasil …………………………. 4,8 Mil Millones XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX INDICADORES ECONOMICOS DE BRASIL- AÑO 2012 INFLACION ..........5,84% ; TASA DE CAMBIO....R$2,03/US$; PIB 2.282 MILLONES        
EXPORTACIONES US$...242,5 MIL MILLONES ; IMPORTACIONES......223,14 MIL M        
RESERVAS BCB......352 MIL MILLONES DE DOLARES AMERICANOS                  
TASA DE INTERES (aa) SELIC.....7,50% ; IED- INVERSIONES EXTRANJERAS 66,6 MIL M
COMERCIO BILATERAL VENEZUELA BRASIL......6,0 MIL MILLONES DE DOLARES US$
EXPORTACIONES DE BRASIL PARA VENEZUELA......5,0 MIL MILLONES DE DOLARES
IMPORTACIONES DE VENEZUELA.........1,0 MIL MILLONES DE DOLARES US$

IMPUESTOS EN BRASIL

En Brasil existen cuatro tipos de impuestos sobre ventas:
ICMS (Impuesto sobre circulación de Mercaderías y Servicios)
IPI (Impuesto sobre Productos Industrializados)
PIS y COFINS. No describo lo que significan estas dos ultimas siglas, pues es irrelevante.
El sistema de impuestos es muy complejo. Depende del tipo de producto, del Estado de la Federación donde se ha producido o importado y de las materias primas que componen el producto, caso haya sido producido en el Brasil.
Te voy a dar un simple ejemplo: Producto: Una lavadora producida en San Pablo.
ICMS = Si vendida dentro del estado de San Pablo = 12%
Si vendida afuera de San Pablo = 18%
IPI = 10%
PIS= 1,65% 
COFINS = 7,6%

lunes, 21 de enero de 2013

RELACIONES COMERCIALES BRASIL EUA 2013


 Diálogo do Brasil com Obama( 2do Periodo Presidencial) 2013-2017

DA BBC BRASIL
A agenda da relação Brasil-Estados Unidos no segundo mandato de Barack Obama deve ser menos política e mais pragmática, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil, para quem o foco dessa agenda seriam temas econômicos, como comércio e investimentos.
Isso não quer dizer que haveria uma grande estratégia bilateral nessa área. Mas há, por um lado, alguns contenciosos que devem ser enfrentados. Por outro, negociações que podem ajudar a promover investimentos ou facilitar o fluxo de turistas e empresários entre os dois países --para mencionar alguns exemplos.
"Há alguns anos, a maior aspiração do Brasil era conseguir o apoio dos EUA para sua entrada no Conselho de Segurança da ONU e o país era assertivo nessa busca. Os EUA, por sua vez, também pareciam preocupados em tentar evitar que o Brasil usasse os BRICs para minar sua influência em fóruns internacionais", diz Diego Bonomo, diretor para políticas públicas da seção americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA, ligado à Câmara de Comércio americana.
"Com Dilma e Obama no poder, essa pauta política parece ter perdido importância relativa e há cada vez mais esforços para se avançar em temas como comércio e investimentos. Até porque, com a crise global, a economia se tornou-se um tema essencial para os dois governos."
É claro que também há tensões na área econômica, como as mútuas acusações sobre a adoção de práticas protecionistas ilegais.
"Mas nos últimos anos houve uma normalização das relações dos Estados Unidos com o Brasil e também o resto da América Latina. Grandes temas políticos perderam espaço para uma ação mais pragmática - tendência que deve se consolidar no segundo mandato de Obama", diz Luis Fernando Ayerbe, Coordenador do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Unesp.
COMÉRCIO
Apesar de os americanos terem perdido para os chineses o posto de principal parceiro comercial do Brasil, o comércio bilateral cresceu 120% na última década, chegando a US$ 60 bilhões em 2012. Os Estados Unidos também lideram a lista dos estoques de investimentos no Brasil, com US$ 104,7 bilhões, segundo o Banco Central. E recentemente teria havido uma diversificação dos investimentos da indústria para serviços e agricultura de acordo com Bonomo.
"É possível que temas políticos voltem a ganhar relevância. Por exemplo, no caso de uma crise grave na Venezuela levar o Brasil e os EUA a adotarem posturas opostas, ou de Brasília tomar uma posição que incomode muito Washington em temas envolvendo a Síria ou o Irã", opina Peter Hakim, presidente do Inter-American Dialogue.
Já Anthony Pereira, diretor do Instituto Brasil da King's College London, acredita que, ao menos no que diz respeito a América Latina, a postura mais pragmática e "multilateral" de Obama pode ter ajudado a esvaziar com rapidez contenciosos políticos no primeiro mandato --e nada leva a crer que isso mudará nos próximos anos.
"Pode-se dizer que Obama teve um primeiro mandato bem razoável pelo que não fez na América Latina: ao não adotar uma postura intervencionista, ele evitou a escalada de temas que geram dissidência na região e opõem os Estados Unidos ao Brasil", diz Pereira.
Com a ajuda desses quatro especialistas, a BBC Brasil elaborou uma lista de cinco temas que devem marcar a agenda bilateral Estados Unidos-Brasil - seja porque há perspectivas de avanços na cooperação, seja pela presença de desafios a serem enfrentados.
Confira a lista abaixo:
1) Contencioso do algodão:
Trata-se de uma disputa pendente entre o Brasil e os EUA na OMC (Organização Mundial do Comércio). O Brasil ganhou o direito de retaliar os americanos em quase US$ 830 milhões por subsídios fornecidos por seu governo a produtores de algodão.
Em 2010, foi feito um acordo temporário que incluiu o pagamento pelos EUA de US$ 147 milhões a um fundo de apoio a produtores brasileiros. A expectativa era que a nova Lei Agrícola americana fosse aprovada no Congresso em 2012, corrigindo os subsídios.
Como isso ainda não ocorreu, esse é um dos temas que o Brasil deve acompanhar de perto nesse início do segundo mandato de Obama.
O governo brasileiro tem discutido a possibilidade de retaliação. Poderia, por exemplo, sobretaxar mais de cem produtos americanos ou suspender patentes farmacêuticas e direitos autorais. Mas as relações ficariam desgastadas.
"Vale ressaltar, porém, que esse é o único contencioso ainda aberto com o Brasil. Com a China, por exemplo, desde 2008, os EUA abriram 16 disputas comerciais.", diz Bonomo.
2) Cooperação educacional:
Com um problema crescente de falta de mão de obra especializada e níveis de investimento em pesquisa e desenvolvimento decepcionantes, o Brasil tem interesse em fazer da cooperação nas áreas de educação e pesquisa uma das prioridades nas relações com os EUA.
Hoje, 800 brasileiros estudam nos EUA como parte do programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal, que concede bolsa a esses alunos. E promover o programa foi um dos objetivos da presidente Dilma Rousseff em sua visita aos país, no ano passado.
A ideia é que nos próximos anos 20 mil brasileiros passem pelas universidades do país financiados pelo Ciências sem Fronteira. E esquemas de cooperação devem permitir que alguns estudantes trabalhem em empresas e laboratórios de pesquisa americanos.
Além disso em maio de 2011, Obama anunciou um programa similar no qual pretende enviar 100 mil alunos americanos para estudar nos países latino-americanos.
3) Vistos para turismo e negócios:
Animados com o aumento dos gastos de turistas brasileiros em cidades americanas, os EUA concordaram com a criação de um grupo de trabalho que deve analisar o fim da necessidade de visto para brasileiros que vão ao país a turismo ou negócios. Seguindo o princípio da reciprocidade, o Brasil faria o mesmo, eliminando os vistos para americanos.
As exigências americanas são muitas --o Brasil tem, por exemplo, de criar um sistema para reportar de forma eficiente o extravio de passaportes e reforçar a segurança nas fronteiras.
Mas nos últimos dois anos, já foram feitas reformas para ao menos facilitar a concessão do visto, reduzindo o tamanho das filas e o tempo necessário para completar o processo.
Os EUA também anunciaram a criação de dois consulados, em Belo Horizonte e em Porto Alegre - e mais melhorias podem ser anunciadas nessa área.
Para os americanos, seria de grande interesse uma simplificação do processo de visto de trabalho para estrangeiros - uma necessidade das empresas dos Estados Unidos que atuam no Brasil.
4) Mercado de etanol
O projeto para o desenvolvimento de um mercado global de etanol, lançado ainda no governo George W. Bush (2001-2009), perdeu algum lustre diante da descoberta do pré-sal brasileiro e dos planos para a exploração das reservas de gás de xisto nos EUA, como explicam Pereira e Ayerbe.
Mas essa ainda é uma área de grande potencial para a cooperação bilateral no segundo mandato de Obama. Até porque o mercado dos Estados Unidos também caminha para a mistura de etanol à gasolina.
Os EUA derrubaram as barreiras para a entrada de etanol estrangeiro no país em 2011 --uma antiga demanda do Brasil. Nos últimos dois anos, porém, foi o Brasil quem teve de importar etanol americano em função da queda da produção no país (nos últimos anos, fatores como os baixos preços da gasolina funcionaram como um desestímulo a produtores).
Além das trocas comerciais, há projetos de cooperação na área de pesquisa sobre biocombustíveis, para o desenvolvimento de centros de produção em outros países e para a normatização dos padrões técnicos do etanol dos Estados Unidos e do Brasil.
5) Acordo para evitar a dupla tributação:
Empresas que operam nos EUA e no Brasil têm de pagar imposto nos dois países e empresários pedem um acordo para evitar essa bitributação, facilitando a remessa de lucros e royalties.
Os EUA condicionaram a negociação a aprovação de um acordo sobre troca de informações tributárias. Esse acordo foi assinado em 2007, mas ainda não foi aprovado pelo Congresso brasileiro, onde alguns parlamentares argumentam que ele feriria o dispositivo que garante o sigilo bancário no Brasil.
Neste ano, porém, entra em vigor nos EUA uma lei exigindo que todo o banco que atua no país deve enviar para a Receita informações sobre investimentos e recursos mantidos por cidadãos americanos no exterior.
Na prática, os EUA vão impor a troca de informações tributárias --ainda que em uma única via-- o que poderia ajudar a destravar as negociações do acordo sobre bitributação, segundo Bonomo.
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domingo, 23 de diciembre de 2012

INDICADORES ECONOMICOS DE BRASIL Y VENEZUELA

INDICADORES ECONOMICOS AÑO 2011


BRASIL : 
Inflacion…6,54% 
Tasa de cambio … R1,75/ US$ 
PIB US$ … ..2.518 mil de millones
Exportac Total US$ 256,04 mil millones
Importac Total US$ 226,25 mil millones
Reservas BCB US$ 352 mil millones
Tasa de interes …….11% (aa) 
Inversiones Extran US$ 66,6 mil millones 
Comercio Bilateral US$ 5,7 mil millones
Importac Venez US$ 4,5 mil millones 
Exportac Venez pBrasil US$ 1,2 mil millones

VENEZUELA : 

INDICADORES ECONOMICOS AÑO 2011 :
Inflacao …. 27,6% 
Taxa de cambio….Bs 4,30 /Dólar ( oficial)
PIB US$ …… 296,4 mil milhoes
Export US$…. 89,3 mil milhoes
Importaciones US$ 45,6 mil milhoes
Reservas Intern.US$ 29,8 mil milhoes
Tasa de juros 14,5 %(aa)
Invers Estrangeiras 5,3 mil milhoes de dolares US
Comercio Bilateral US$ 5,7 mil milhoes

jueves, 13 de diciembre de 2012

AJUSTES DE LA ECONOMIA BRASILEÑA 2012 Y ENTRADAS DE INVERSIONES HASTA OCTUBRE DE 2012 : 63 MILLARDOS DE EUROS

La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, considera que Brasil pasa por etapa de transición con una serie de ajustes para adaptarse a la crisis internacional.Aseguró que próximo año habrá una recuperación del 4%

"La crisis internacional provocó una ralentización de la economía brasileña en 2011. Hemos tenido que adoptar medidas estructurales como la reducción de los tipos de interés", lo que ha supuesto "cambios de rentabilidad", señaló Rousseff en una entrevista publicada hoy por el diario francés "Le Monde", con motivo de su visita oficial de dos días en Francia, que concluyó ayer.
Con la caída de la rentabilidad del capital -argumentó-, "el aumento de la inversión productiva todavía no compensa la baja de las inversiones financieras" y además "la devaluación artificial de las monedas de los países desarrollados" revalorizó el real brasileño y "ha sido perjudicial" para Brasil.
Según los cálculos de su Gobierno, la economía brasileña crecerá este año en torno al 1 %.
Frente a esa situación, insistió en su voluntad de "remontar los obstáculos al crecimiento con la reducción de cargas salariales, la expansión del crédito (sin burbujas), la devaluación de la moneda".
Señaló su objetivo de mejorar la competitividad porque aunque "no es un fin en sí", es condición para "un crecimiento acelerado capaz de continuar con la inclusión social y la ampliación del mercado.
A ese respecto, comentó que "la dimensión de nuestro mercado, las oportunidades en infraestructuras y la fuerza de nuestra industria explican que Brasil se haya convertido en uno de los principales destinos de la inversión extranjera", con 66.000 millones de euros el pasado año y 63.000 en los nueve primeros meses de 2012.
De su visita a Francia, la presidenta brasileña comentó los retos a los que se enfrenta Europa y dijo que aunque "el euro es una baza estratégica", eso "no dispensa de orientarse hacia los países emergentes, sobre todo los BRICS" (Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica), que son los que tiran de la economía global.
Afirmó que los BRICS "es la construcción de una voluntad política común" pese a las diferencias entre sus países, que en cualquier caso "han elevado el nivel de vida de sus sociedades y tienen la ambición de convertirse en países desarrollados".





LOS 7 PAISES LATINOAMERICANOS CON MAS RESERVAS SEGUN CEPAL- AÑO 2012

1- Brasil: 377.753 millones de dólares.
2- México: 165.690 millones de dólares.
3- Perú: 62.212 millones de dólares.
4- Argentina: 45.274 millones de dólares.
5- Chile: 38.943 millones de dólares.
6- Colombia: 36.402 millones de dólares.
7- Venezuela: 25.864 millones de dólares.